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01/ Auditoria de segurança física & hardware

Seu firewall não protege uma porta destravada.

A Bulwark audita o hardware que sua equipe de cibersegurança nunca tocou: fechaduras eletrônicas, catracas, leitores biométricos e crachás. Compreender como uma tecnologia se comporta é o primeiro passo para compreender como ela falha.

Laboratório próprio + On-Site Atendimento sob NDA Vagas limitadas / trimestre
02/ Reconnaissance

O Ponto Cego Corporativo

Onde a física e a eletrônica encontram a segurança digital. É o único ponto do seu perímetro que ninguém foi contratado para atacar.

Do lado de fora da parede, toda essa blindagem digital para de valer. É ali que a gente começa.

Você investiu milhões em criptografia, firewall e monitoramento de rede. E toda essa inteligência para na parede, literalmente. Do lado de fora dela, um leitor de crachá de plástico decide quem entra. Ele não roda o seu antivírus. Ele não aparece no seu SOC. E ninguém na sua empresa foi contratado para atacá-lo.

O software assume que a camada física é confiável. É uma suposição, não um fato. Um microcontrolador pode sofrer amnésia sob a perturbação elétrica certa. Uma fiação exposta anula qualquer algoritmo. A fechadura mais cara do mercado abre em silêncio quando alguém entende a eletrônica por trás dela, e não deixa uma linha no log.

  • Vetor 01 · Fail-Open

    Um leitor que destrava sozinho quando o microcontrolador é forçado ao modo Fail-Open, sem senha, sem exploit, sem rastro.

  • Vetor 02 · Relé exposto

    A fiação do relé acessível por fora da parede, transformando o sensor biométrico mais avançado em um botão de abrir.

  • Vetor 03 · Perímetro predial

    O crachá protege a porta, mas não o caminho em volta dela. Auditamos como sistemas de automação e aberturas de infraestrutura predial são explorados como vetores de evasão para alcançar áreas restritas sem acionar o controle de acesso.

03/ O custo do que você não vê

Números que doem antes do alarme tocar.

Traduzimos vulnerabilidade física na única língua que a diretoria decide: dinheiro.

R$ 0
Downtime por hora

Uma porta comprometida pode parar uma planta inteira. O relógio do prejuízo começa antes de qualquer alarme disparar. (R$ 150 a 350 mil/h)

R$ 0
O custo do atacante

Não é preciso um arsenal. Um kit de bancada de R$ 15 a R$ 100 paralisa infraestrutura avaliada em milhões.

R$ 0
Incidente médio de acesso

Somando parada, resposta, perda de dados e exposição regulatória, o número raramente vem sozinho. (R$ 3,5 a 6,2 mi)

0%
Sanção máxima LGPD

Acesso físico não autorizado a dados pessoais é incidente reportável. O ponto cego físico vira passivo jurídico.

0%
Auditorias que ignoram o hardware

Estimativa de mercado: o pentest tradicional para no software. A camada física quase nunca entra no escopo.

Faixas do setor e estimativas de mercado; o dimensionamento exato do seu ambiente é definido na triagem técnica.

exploit 01/ A física anulando a lógica

Fault Injection: a amnésia induzida do seu leitor.

Nenhum pentest convencional entende o que acontece quando você para de atacar o código e começa a atacar o silício.

Todo leitor de controle de acesso é, no fundo, um microcontrolador tomando uma decisão binária: abre ou não abre. Com a perturbação elétrica ou magnética certa, esse microcontrolador entra em estado de falha, uma amnésia momentânea em que recorre ao seu comportamento padrão de emergência: o Fail-Open. A porta destrava. Para o seu log, ela simplesmente nunca foi aberta.

  • VetorPerturbação elétrica / magnética
  • ResultadoModo Fail-Open forçado
  • RastroNenhum evento no log
OSC · MCU_CLK / Vcore SIGNAL LOCKEDFAIL-OPEN
TRIGGER · GLITCH Δt 0.3ms LAB.004
exploit 02/ A quebra da ilusão

A biometria mais cara não protege nada se a fiação está do lado de fora.

O problema não é o algoritmo. É onde o fabricante colocou o relé.

Boa parte dos leitores é do tipo All-in-One: o sensor que lê a digital e o relé que aciona a fechadura vivem na mesma peça, a que fica na parte externa da porta, ao alcance de qualquer um. Com um analisador lógico e alguns jumpers, demonstramos que a fiação interna é acessível. Não quebramos a biometria: nós a ignoramos. O sinal que diz “abra” é gerado direto no relé.

  • AlvoLeitor All-in-One
  • MétodoAnalisador lógico + jumpers
  • EfeitoAcionamento direto do relé
exploit 03/ A cópia invisível

Seu crachá é uma senha pública.

E ela pode ser clonada a centímetros do seu bolso.

Cartões RFID e NFC respondem a qualquer leitor no alcance. Sem precisar tocar em você, sem levantar suspeitas e sem o cartão sair da sua carteira, um leitor de bancada captura e regrava sua credencial em segundos. O resultado? Uma cópia invisível que abre exatamente as mesmas portas que o seu cartão original.

  • AlvoCrachá RFID / NFC · 125kHz / 13.56MHz
  • MétodoLeitura por aproximação + regravação
  • EfeitoCrachá idêntico, acesso total
RFID · 13.56 MHz CAPTURANDOCLONADO
SCROLL → CAPTURA 00% LAB.004
exploit 04/ O paradoxo dos centavos

R$ 15 contra milhões.

A assimetria mais perversa da segurança física: o custo de te atacar não tem nenhuma relação com o custo de te prejudicar.

Existe uma crença confortável de que infraestrutura cara exige um ataque caro. É o contrário. As ferramentas que usamos para forçar um Fail-Open ou grampear um relé custam entre R$ 15 e R$ 100, itens de bancada, comprados sem chamar atenção. Do outro lado dessa porta há linhas de produção, data centers, cofres e prontuários.

  • Investimento do atacanteR$ 15 a 100
  • Ativo em riscoR$ 3,5 a 6,2 mi
  • Razão de assimetriaDezenas × Milhões
Custo do ataque
R$ 15
assimetria
Custo do prejuízo
R$ 6.200.000
ATAQUEPREJUÍZO

Mesma porta. Duas ordens de grandeza.

04/ Hardening Blueprint

A concorrência aponta o problema. Nós entregamos a blindagem.

Nosso método em três fases, da descoberta da falha à blindagem que a fecha.

01

Auditoria Física

Mapeamos cada ponto de acesso como um atacante mapearia, em laboratório próprio ou On-Site, nas condições reais da sua operação.

  • Inventário de vetores por ponto
  • Testes de fault injection documentados
  • Relatório executivo com prejuízo estimado
02

Isolamento Lógico

Separamos o que nunca deveria estar integrado: a interface de leitura e a tomada de decisão. A peça exposta no ambiente externo deixa de ter autoridade para acionar a trava.

  • Desacoplamento de decisão: o leitor externo torna-se apenas um coletor de dados “burro”, sem capacidade de comando.
  • Proteção contra bypass de hardware: impossibilitamos que a manipulação da fiação exposta envie o sinal de abertura.
  • Hardening de arquitetura: matriz de comunicação segura entre o sensor e a controladora interna.
03

Blindagem Elétrica

Fechamos a porta que o Fault Injection abre. Proteção contra perturbação elétrica e magnética, eliminando o Fail-Open como rota silenciosa.

  • Contramedidas contra glitch elétrico
  • Redefinição de comportamento de falha
  • Reteste de validação do vetor

O resultado não é um relatório de medo. É um plano de engenharia, e a blindagem que o executa. Junto vai o que não cabe em fase nenhuma: sua equipe passa a enxergar o hardware de acesso como parte do perímetro, e não como item de manutenção.

05/ Quem está por trás

Começou em uma mesa de refeitório. Virou uma mesa de testes.

A Bulwark ganhou vida em uma conversa sem compromisso no refeitório da faculdade, entre amigos inquietos com os rumos da segurança digital. Ali percebemos que, enquanto o mercado olhava apenas para telas e softwares, as verdadeiras invasões aconteciam no ponto cego do hardware. Montamos nossa própria mesa de testes, e decidimos mudar esse cenário.

Guilherme Faro Gibertoni, cofundador da Bulwark Hardware Systems

Guilherme Faro Gibertoni

Cofundador · Cibersegurança & Análise Lógica

“Sempre fui fascinado por tecnologia, e desde cedo comecei a querer entender como os equipamentos eletrônicos funcionam por dentro. Foi essa curiosidade que me levou fundo na cibersegurança durante a faculdade, e depois até o ponto onde o hardware encontra a falha.”

Matheus Gabriel de Oliveira, cofundador da Bulwark Hardware Systems

Matheus Gabriel de Oliveira

Cofundador · Hardware Hacking & Fault Injection

“Ganhei meu primeiro computador aos 11 anos e, desde então, a tecnologia se tornou minha paixão. Minha transição para o hardware hacking nasceu de uma inquietação: entender como catracas e fechaduras inteligentes conversam com meros cartões de plástico, e onde se escondem as vulnerabilidades elétricas que todos ignoram. Hoje, transformo essa curiosidade em blindagem e solução para o mercado.”

06/ Relatos de campo

Não são depoimentos. São relatórios pós-auditoria.

Arraste para percorrer os casos

Case #003

Vou ser honesto, foi constrangedor. Eles abriram a catraca do quinto andar e o sistema não registrou nada. Conferi o relatório do dia seguinte linha por linha: aquele horário simplesmente não existia. E a gente investigava incidente confiando nesse log.

Diretor de Segurança da Informação Instituição financeira
Case #006

O leitor da entrada do laboratório tinha os fios do relé acessíveis por fora, atrás de uma tampinha sem parafuso decente. Levou menos de um minuto pra porta abrir. Passei por ali todo dia durante dois anos e nunca reparei. Trocamos a instalação na semana seguinte.

Gerente de Facilities Indústria farmacêutica
Case #008

Confesso que esperava aquele papo de vendedor. Não foi nada disso. Dois caras quietos, crachá visível, avisando cada passo pra mim antes de fazer. Pediram pra ninguém do chão de fábrica saber que estavam ali, e ninguém soube. Cada achado veio com foto e horário.

Diretor de Operações Indústria de autopeças
Case #011

Compliance de acesso aqui era checklist, aquela coisa que ninguém lê direito. Na apresentação final a diretoria fez pergunta atrás de pergunta, o que nunca acontecia. Não virou tudo perfeito, mas agora a gente entende o que está assinando.

Sócio-administrador Advocacia empresarial
07/ Objeções

O que a diretoria pergunta antes de dizer sim.

Porque o seu pentest tradicional para no software, e o atacante não. Firewalls, criptografia de rede e SOC protegem a camada lógica no ambiente digital. A Bulwark audita a camada física e eletrônica que fica fora desse alcance: o leitor, a controladora, os microcontroladores e os protocolos de hardware. São disciplinas complementares: ter uma porta digital blindada não adianta se a credencial física que abre o prédio pode ser duplicada em segundos.

Porque ataques de hardware e clonagem de acessos não deixam rastros nos logs digitais. Um crachá RFID/NFC clonado a centímetros de distância permite que um invasor entre pela porta da frente como se fosse um funcionário legítimo. Da mesma forma, explorações de firmware ou técnicas de Fault Injection acionam o relé sem gerar nenhum alerta na TI. Existe uma diferença gigante entre “nunca fomos invadidos” e “nunca detectamos uma invasão”. A auditoria existe para eliminar essa dúvida e transformar suposição em certeza.

O investimento é dimensionado estritamente pelo escopo. O valor varia conforme o número de setores, a quantidade de pontos de acesso e a complexidade dos hardwares a serem auditados. O parâmetro real é a exposição financeira: o custo de um incidente presencial que resulte em paralisação, roubo de propriedade intelectual ou vazamento de dados é infinitamente superior ao valor de uma auditoria preventiva. A triagem técnica define o dimensionamento sob medida.

Não. O impacto operacional é zero. A maior parte do trabalho técnico ocorre em nosso laboratório, em dispositivos espelhados. As validações On-Site são previamente alinhadas e executadas de forma não destrutiva, sem interromper a rotina dos funcionários ou o fluxo normal de acessos. Auditar o perímetro não pode custar mais caro que o incidente que ele previne.

Confidencialidade absoluta antes, durante e depois. Todo engajamento é coberto por um NDA estrito antes de qualquer análise. Tratamos dados de vulnerabilidade física como informação de segurança máxima: acesso restrito, entrega controlada e zero exposição. Além disso, lembre-se: invasões presenciais que dão acesso não autorizado a ambientes com dados pessoais (como salas de servidores) configuram incidentes reportáveis sob a LGPD. Mapear e fechar esse ponto cego é também reduzir passivo regulatório.

Depende do que precisa ser provado. O laboratório permite testes profundos e destrutivos sobre equipamentos equivalentes, sem tocar na sua operação. O On-Site valida o comportamento no ambiente real, com a fiação e a instalação que só existem na sua operação. Na maioria dos casos, combinamos os dois.

Cada infraestrutura tem suas particularidades. A duração é dimensionada sob medida a partir da triagem técnica, onde analisamos quais hardwares e pontos de acesso precisarão ser auditados. Análises pontuais e menos complexas podem ser resolvidas em poucos dias, enquanto ambientes maiores e mais robustos exigem algumas semanas de testes e documentação.

08/ Deploy

A porta mais cara da sua empresa pode estar aberta agora, em silêncio.

Toda semana sem auditar o perímetro físico é uma semana confiando em uma suposição. Descubra o que o seu pentest nunca olhou, antes que alguém descubra por você.

Custo da auditoria: fração de 1 hora de downtime · Ambientes com incidente em curso têm prioridade